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Blog Emma Fiorezi

Agosto Dourado: saiba porque o leite materno vale ouro

Agosto Dourado: Saiba o que é

A primeira semana de agosto é considerada a Semana Mundial do Aleitamento Materno. Diante da importância da data, todo mês de agosto passou a ser dedicado à promoção da amamentação a partir da campanha Agosto Dourado, que acontece anualmente em mais de 120 países. O nome “dourado” foi escolhido porque o leite materno é considerado um alimento de ouro pela Organização Mundial da Saúde (OMS).

Apesar da importância da amamentação, muitos recém-nascidos são introduzidos precocemente a outros alimentos, como chás e papinhas, por exemplo. Segundo o Sistema Universidade Aberta do SUS (UNA-SUS), apenas 45,7% dos bebês de até seis meses de vida estão sendo alimentados, de forma exclusiva, com o leite materno.

Isso demonstra a necessidade de movimentos que chamem a atenção e informem toda a sociedade sobre a importância da amamentação, assim como o Manifesto de Peito Aberto criado pela Emma Fiorezi. Afinal, o leite materno garante todos os nutrientes que o neném precisa, e a amamentação ainda diminui as chances de a mãe desenvolver câncer de mama. Pensando nisso, preparamos esse conteúdo completo para você saber tudo sobre o leite materno. Confira!

A importância do leite materno

A relação entre mãe e bebê é algo muito especial, que extrapola tudo o que se conhece. Depois de tantos meses gerando uma vida, a mulher ainda produz o alimento essencial para seu filho. O leite materno é personalizado: o corpo da mãe consegue identificar as necessidades do bebê pela sua saliva e usar essa informação para enriquecer o leite com todos os nutrientes e anticorpos que ele precisa.

Esse é um dos motivos de o colostro, o primeiro leite produzido pela mãe, ser tão especial. Apesar de ter um aspecto físico diferente, ele é muito importante. A maioria dos pediatras considera que a primeira amamentação é, também, a primeira vacina. É que essa bebida é rica em nutrientes, contém baixo teor de gordura e tem um papel fundamental no desenvolvimento do sistema imunológico do recém-nascido, inclusive com a transmissão de anticorpos da covid-19.

Além disso, o Fundo das Nações Unidas para a Infância, UNICEF, reforça que a amamentação na primeira hora após o nascimento reduz a mortalidade neonatal, que ocorre entre o primeiro e o 28° dia após o nascimento. A instituição e a OMS recomendam que o leite materno deve ser oferecido como única fonte de alimento ao bebê até os seis meses e, de forma complementar, até os dois anos.

Apesar de todos esses benefícios, é importante lembrar que existem casos especiais em que a mãe não deve amamentar seu bebê. Isso acontece quando ela é portadora de doenças, como a Hepatite C e o vírus HIV, ou usuária de drogas e entorpecentes, casos em que é necessária uma avaliação médica.

Manifesto de Peito Aberto e a importância da rede de apoio

Para contribuir com a importante campanha do Agosto Dourado, a Emma Fiorezi criou o Manifesto de Peito Aberto. Uma campanha que visa incentivar a amamentação. Além de ser uma demonstração de amor, amamentar é um ato que exige muita coragem e dedicação.

Afinal, a mulher precisa se adaptar às mudanças do corpo, às dores do início, a algumas complicações e dificuldades que surgem durante essa trajetória de entrega ao seu filho. Criar uma rede de suporte a todas as lactantes é fundamental para que mais mães consigam amamentar.

Uma rede de apoio é quando pessoas próximas da mãe se preocupam em dar atenção e carinho, contribuir com as tarefas domésticas e auxiliar no que for preciso em relação à criança. Isso também inclui o compartilhamento de informações e experiências para que a mãe não se sinta sozinha e não se cobre tanto, principalmente nos casos em que não conseguir amamentar.

Dessa forma, a lactante conseguirá respeitar os próprios limites e ir, no seu ritmo, aprendendo mais sobre a nova condição de mãe e os desafios dessa fase tão especial que é a amamentação. Ao se sentir acolhida, é mais fácil fazer as adaptações necessárias para continuar com o aleitamento e, principalmente, ter segurança para desenvolver uma relação de amor com o bebê.

Compartilhe, você também, a sua experiência com a gente.

Leia também: O que faz uma consultora de amamentação?

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